terça-feira, 20 de julho de 2010

O povo pode ser sacrificado para sedia um evento, Mas não pode ser sacrificado para melhora sua qualidade de vida, como educação, saúde e segurança. Vale apena fazer o capricho da FIFA?

19/07/2010 - 15h07
Lula aumenta limite de endividamento para Copa
O presidente Lula assinou nesta segunda-feira (19) medida provisória que aumenta o limite de endividamento das cidades que vão sediar jogos da Copa do Mundo de Futebol de 2014.  No caso dos municípios, o percentual passa de 100%, como previsto para a Lei de Responsabilidade Fiscal (LRF), para 120%. Além disso, Lula assinou também um termo aditivo à Matriz de Responsabilidades da Copa, que garante recursos de R$ 6,2 bilhões para investimentos em portos e aeroportos. As propostas são uma resposta do governo às críticas recentes da Federação Internacional de Futebol Associado (Fifa), de que o país está atrasado no cronograma para receber o evento.
“Queria lembrar que o que estamos fazendo aqui hoje com esse ato é mostrar que as coisas estão caminhando muito rapidamente”, disse Lula, ao comentar críticas sobre o atraso nos preparativos para receber os jogos. “As pessoas ficam querendo que a gente coma o mingau antes dele estar pronto. Essa medida significa que o mingau está pronto", afirmou o presidente, de acordo com a Agência Brasil. Segundo Lula, diversos municípios que vão sediar jogos não têm capacidade de aprimorar ou construir estruturas esportivas, além de receber turistas. Por isso, segundo ele, o objetivo da MP é ampliar a capacidade de endividamento dos municípios em questão.
No último dia 10, ainda durante os jogos da Copa do Mundo na África do Sul, o presidente da Confederação Brasileira de Futebol (CBF), Ricardo Teixeira, fez críticas à infraestrutura dos aeroportos brasileiros, afirmando que esse será o maior problema a ser solucionado para a realização do Mundial. O secretário-geral da Federação Internacional de Futebol (Fifa), Jerome Valcke, também condenou a demora no início das obras preparatórias para a Copa do Mundo de 2014.
Durante a cerimônia de assinatura da MP, Lula também comentou o fato de o estádio do Morumbi ter sido vetado para receber jogos do mundial. De acordo com o Comitê Organizador Local (COL), presidido pelo presidente da Confederação Brasileira de Futebol (CBF), Ricardo Teixeira, a saída foi justificada pela falta de garantias financeiras por parte do São Paulo Futebol Clube, proprietário do estádio. “Eu, sinceramente, não consigo imaginar uma Copa do Mundo no Brasil sem ter São Paulo como um dos cantinhos em que os atletas vão jogar bola”, afirmou. Lula disse que está disposto a entrar "nessa conversa" para buscar uma solução para o caso.
O governador de São Paulo, Alberto Goldman (PSDB), disse no fim de semana que o Executivo estadual não vai construir um novo estádio para a Copa. Segundo o blog do jornalista Juca Kfouri, Goldman deu um ultimato a Ricardo Teixeira. Caso seja confirmada a saída do estádio, São Paulo abre mão de receber o evento.
Investimentos
Segundo o Ministério do Esporte, o termo aditivo prevê investimentos do Programa de Aceleração do Crescimento (PAC), entre 2011 e 2014, da ordem de R$ 5,5 bilhões para 13 aeroportos, das 12 cidades-sede. Os recursos previstos para os portos são de R$ 740,7 milhões. O valor é destinado à revitalização dos terminais portuários de Salvador (BA), Recife (PE), Natal (RN), Fortaleza (CE), Manaus (AM), Rio de Janeiro (RJ) e Santos (SP). Os portos terão um papel importante no turismo porque permitirão aos cruzeiros atracar nessas cidades para servir de leitos temporários no período da Copa do Mundo no Brasil. Para os aeroportos, estão previstos investimentos de R$ 5,5 bilhões.

quinta-feira, 15 de julho de 2010

O exercício da democracia nos leva a crer que um dia vamos ter o governo do povo! Pelo povo e para o povo.

                                     VOTAR! POR QUÊ?

                                           DEMOCRACIA “o governo do povo, pelo povo e para o povo"



O povo esta com as cartas na mão, como um bom jogador tem que estudar a jogada
Para não desperdiçar as cartas e seu tempo que é muito precioso.
Umas das maiores tática do jogador é o blefe que é para confundir os adversários,
Mas quando esta na mesa jogadores trapaceiros esta tática é superada pela habilidade dos adversários.
Dependendo do jogo certas cartas é quem manda no jogo.  
Qual o naipe que esta mandando, tem que segui-lo, mas podemos com habilidade Inverter este quadro e ganha a jogada.

Como o jogo de baralho as eleições não são diferentes temos que entra no jogo deles.
A campanha eleitoral já esta nas ruas, os políticos carimbado estão com o exército
Preparado para o grande ataque, mesmo assim vai às comunidades recrutar cidadãos
Desempregados para compor seus exércitos, em troca de míseros reais.
Porque o ministério do trabalho não interferiu nestas contratações, já que na legislação consta o serviço temporário então os próprios governantes  infringir a lei.   
Todos nos sabemos como eles atacam, comprados os cabos eleitorais com brindes,
Cerveja e muito blá, blá, blá!
Acredite povo!  Ta na hora de muda. O que eles precisam vocês tem e o que nos
Precisamos os políticos podem fazer.
Só temos que reunir com nossos amigos, familiares e vizinhos e saber a nosso real
Necessidade e expor para o político da nossa área.
 Assim como nos, estas pessoas estão buscando satisfazer suas necessidades.
Então vamos tirar proveito dos nossos votos e vamos dar valor a este produto que
Eles querem e sabem como tirar de nos, mas desta vez vai ficar caro.
O exercício da democracia nos leva a crer que um dia vamos ter o governo do povo!
Pelo povo e para o povo.
Não adianta apenas ler! Temos que exercita. Funciona amigo.
    
Faça a sua parte e envie este artigo para as pessoas de sua vida que você sinta que estão cansadas de blá, blá, blá! dos políticos e ajude a criar um ambiente de tolerância a sua volta.

          
http://antoniocatarino.blogspot.com/

quarta-feira, 7 de julho de 2010

QUANTO CUSTA UM PARLAMENTAR ?

Deputado ‘custa’ pelo menos R$ 99 mil e senador, R$ 120 mil
Levantamento do Congresso em Foco mostra o total de valores gastos para manter a atividade de cada parlamentar, além dos seus salários. O custo ainda pode aumentar com a incorporação de serviços e cotas difíceis de mensurar
Rudolfo Lago
Quanto custa um parlamentar? Levantamento do Congresso em Foco mostra que deputados custam R$ 99 mil e senadores, R$ 120 mil, cada
Eduardo Militão
Representar a sociedade, votar o orçamento, fiscalizar o Executivo, buscar dinheiro para bancar obras para seus municípios de origem, fazer oposição ao governo, apoiar o governo, votar e debater projetos de lei. Para um parlamentar fazer tudo o que se espera, é preciso mais que um voto. É preciso pelo menos R$ 99 mil por mês para os deputados e R$ 120 mil mensais para os senadores. O cálculo é do Congresso em Foco, com base em informações da Câmara, do Senado e da ONG Transparência Brasil.

Veja como se compõe o custo de cada parlamentar
Mesmo os valores máximos podem ser maiores. Para se chegar a essa conta, seria necessário converter em reais alguns benefícios difíceis de mensurar: por exemplo, a cota de 4 mil a 159 mil correspondências mensais a que os senadores têm direito. O plano de saúde vitalício e ilimitado pago a eles e as diversas cotas de impressões e materiais de expediente para os deputados.


Quando custa um parlamentar?

Câmara (513 deputados): de R$ 99 mil a R$ 115 mil mensais

Senado (81 senadores): de R$ 120 mil a R$ 148 mil mensais

Em 2007, deputados e senadores ganharam o último reajuste. O salário bruto passou de R$ 12 mil para R$ 16.512,09 por mês. Mas os parlamentares têm à disposição inúmeras verbas e benefícios para exercerem o mandato.
Duas ajudas de custo

O subsídio dos senadores e deputados é pago todos os meses e eles têm direito a 13º, como qualquer trabalhador. Os senadores ainda ganham duas “ajudas de custo” no mesmo valor da remuneração deles nos meses de fevereiro e dezembro. Na prática, significa que eles ganham um 14º e um 15º salários todo ano. A reportagem não obteve respostas para saber se os deputados possuem a mesma ajuda, embora informalmente funcionários da Casa assegurem que sim.
Os principais benefícios parlamentares são as verbas que garantem o ressarcimento ou o pagamento de despesas como passagens aéreas, fretamento de aeronaves, cota postal e telefônica, combustíveis e lubrificantes, consultorias, divulgação do mandato, aluguel de escritórios políticos, materiais de expediente, assinatura de publicações e serviços de TV e internet, além da contratação de segurança privada.
Na Câmara, o chamado “cotão”, apelido da Cota para o Exercício da Atividade Parlamentar (Ceap), banca todas essas despesas e varia de R$ 23 mil a R$ 35 mil. Isso depende do estado do deputado e se ele exerce uma função de líder ou vice-líder partidário ou de presidente ou vice-presidente de comissão. O Distrito Federal tem as menores verbas (por conta das despesas menores com passagens) e Roraima, as maiores.
No Senado, a conta é mais cara. As verbas equivalentes às da Câmara – verba indenizatória, verba de transporte aéreo e cota de telefone fixo – variam de R$ 21.500 a quase R$ 44 mil. As verbas também variam de acordo com o estado de origem do senador.
Mas isso não inclui o limite de 4 mil a 79 mil correspondências mensais e a conta de telefone celular, que é ilimitada. A assessoria do Senado informa que os membros da Mesa e os líderes partidários têm direito ao dobro da correspondência a que fazem jus os senadores, por isso o valor máximo pode chegar a 159 mil correspondências.
Os 513 deputados e 81 senadores têm direito a morar em apartamentos funcionais. Caso optem por residir em hotéis, podem ser ressarcidos. Na Câmara, são R$ 3 mil mensais garantidos. No Senado, um pouco mais: R$ 3.800.