'A cada dia que vivo, mais me convenço de que o desperdício da vida está no amor que não damos, nas forças que não usamos, na prudência egoísta que nada arrisca, e que, esquivando-se do sofrimento, perdemos também a felicidade'. Carlos Drummond de Andrade
segunda-feira, 26 de dezembro de 2011
domingo, 11 de dezembro de 2011
Como ficaria o Brasil com os novos Estados Veja mapa com 37 Estados e quatro territórios da União
Se depender dos Projetos de Decretos Legislativos (PDCs) que tramitam no Congresso, o Brasil pode ter 37 Estados e quatro territórios da União, além do Distrito Federal (DF). A divisão territorial atual do País contempla 26 Estados e o DF.
A maioria das propostas pede divisões nos Estados da Região Norte. O Amazonas, por exemplo, pode ter que ceder terreno para o Estado do Alto Solimões e o Território Federal do Rio Negro, entre outros.
A diferença dos territórios para os Estados é que eles teriam verba federal e sua gestão ficaria a cargo de um gestor indicado pela Presidência. Amapá, Acre, Roraima e Rondônia já funcionaram assim antes de ganhar status de estados.
quarta-feira, 7 de dezembro de 2011
Campanhas sobre divisão do Pará, Nascem mais duas federações Tapajós e Carajás
No plebiscito do dia 11, os eleitores do Pará responderão a duas perguntas: a primeira, se são a favor ou contra a criação do Estado do Tapajós. Em seguida, os paraenses responderão se são favoráveis ou não à criação do Estado de Carajás. A ordem das perguntas foi definida em sorteio do Tribunal Superior Eleitoral (TSE). O voto é obrigatório para quem tem título de eleitor do Pará, e os que estiverem fora do domicílio eleitoral têm o prazo de 60 dias para justificar a ausência.
A área do Pará, cerca de 14,6% do território nacional e inferior apenas à do Amazonas, motivou alguns dos argumentos que desembocaram no plebiscito. Com a extensão do território, o interior do Estado não teria suas necessidades supridas, e a divisão propiciaria uma administração mais eficiente. Caso essa tese seja abraçada pelos eleitores, Carajás nascerá com 39 municípios, tendo Marabá como capital, e população estimada em 1,6 milhão de habitantes. Já Tapajós poderá ter 27 cidades, tendo Santarém como capital e população de cerca de 1,2 milhão de habitantes. O Pará seria composto por 78 municípios, e com população de 4,6 milhões de habitantes, sendo que a cidade de Belém continuaria sendo a capital.
Segundo cálculos feitos pelas frentes pró-divisão, o Novo Pará ficaria com aproximadamente 56% do Produto Interno Bruto (PIB) do Estado, Carajás com 33% das riquezas e Tapajós com 11% do que é atualmente produzido. Desde 13 de setembro, as frentes pró e contra a divisão do Estado estão autorizadas a fazer campanha com distribuição de panfletos, santinhos e realização de comícios.
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