quarta-feira, 10 de março de 2010

SE O TRABALHADOR FALTA É DEMITIDO, MAS NO CONGRESSO TUDO PODE!!!


04/03/2010 - 06h20
Sarney é o campeão de faltas não justificadas
Como a maior parte das ausências é abonada, senadores que são bem mais presentes no plenário acabam aparecendo oficialmente como mais faltosos
José Cruz/ABr
De acordo com levantamento do Congresso em Foco, Sarney teve 20 faltas não justificadas em 2009
Fábio Góis e Rodolfo Torres  
Como o Congresso em Foco noticiou ontem (2), oito de cada dez faltas dos senadores em 2009 foram abonadas como consequência de diversas justificativas apresentadas. Assim, os maiores faltosos não sofreram qualquer represália, porque tiveram suas ausências abonadas. E alguns senadores que têm presença na Casa acabam oficialmente aparecendo como mais faltosos porque não justificaram suas ausências. Das faltas que restaram não justificadas, o campeão é o próprio presidente do Senado, José Sarney (PMDB-AP).

Conforme o levantamento exclusivo do Congresso em Foco, Sarney teve 20 ausências sem justificativa. Essa tendência já era verificada no primeiro semestre, quando ele já registrava 17 faltas, como mostrou osite. Contando o total de faltas – justificativas e não justificadas – Sarney é o 24º na lista. 

Veja a lista com todas as faltas dos senadores em 2009
Suplente do agora ministro Hélio Costa (Comunicações) e aliado de primeira hora de Sarney, o senador Wellington Salgado (PMDB-MG) foi o segundo senador com mais faltas não justificadas, finalizando o ano com 19 ausências – cinco a mais do que as registradas nos seis primeiros meses de 2009. No total, Wellington Salgado teve mais faltas que Sarney: 38, entre justificadas e não justificadas. No total, foi o quarto senador mais faltoso.
Dados oficiais
O levantamento do Congresso em Foco foi feito a partir dos números que a própria Secretaria Geral da Mesa disponibiliza na página eletrônica da Casa. Apesar de oficiais, esses números foram contestados pela assessoria de Sarney. Os registros da Secretaria Geral foram impressos, um a um, e apresentados pela reportagem ao assessor de Sarney, Francisco Mendonça, que, porém, munido de um levantamento próprio feito com base na agenda pessoal do presidente do Senado, contestou os dados. Conforme esse levantamento pessoal, não oficial, a partir da agenda pessoal de Sarney, suas faltas seriam 10, e não 20.
Segundo Mendonça, o controle que ele faz tendo como base a agenda pessoal de Sarney é mais detalhado do que o da Secretaria Geral. No entanto, o assessor não soube dizer por que o órgão registrou 10 faltas a mais. Ele diz ainda que Sarney “é muito assíduo”, e por vezes deixa de registrar presença por estar em reuniões da Mesa Diretora, ocasião sem viés oficial. “Ele só pode justificar a ausência se estiver em compromisso institucional, em nome do Senado”, acrescentou.
Ainda de acordo com o porta-voz, três das 10 faltas alegadas (2, 3 e 4 de junho) se deram em razão da cirurgia sofrida pela filha de Sarney, a então senadora Roseana Sarney, acompanhada por ele naquele mês. “O presidente fez questão de não pedir licença, porque achou que era uma questão pessoal. Ele estava muito transtornado na época”, lembra Mendonça, em referência ao escândalo dos atos secretos, que pôs, por mais de um semestre, o senador no epicentro das denúncias em 2009, quase custando seu posto.     

Além dos três dias de junho, o assessor diz que, segundo sua contabilidade, Sarney deixou de participar de sessões deliberativas e não justificou a ausência nos dias 1º e 2 de abril, por compromissos oficiais; 19 de março, devido à viagem a Macapaí (AP); 20 de agosto, por conta de uma reunião da Mesa; e, sem  registros de agenda, nos dias 25 de junho, 1º de outubro e 22 de dezembro.
Já Wellington Salgado não negou as ausências em plenário, e disse ao Congresso em Foco que o período de crise lhe tirou o ânimo em 2009. “Eu participei dos episódios do Renan [Calheiros, PMDB-AL] e, depois do presidente Sarney. Passei por um período muito conturbado, e isso cansou bastante. Não vinha assiduamente ao plenário”, admitiu o peemedebista, mencionando as denúncias que atingiram seus colegas de partido, e custaram a renúncia de Renan da Presidência.
Segundo Wellington, que é membro de algumas comissões temáticas e vice-presidente da Comissão de Constituição e Justiça do Senado, algumas reuniões realizadas simultaneamente ocasionaram também ausências. “Mas no plenário isso não é desculpa. Eu tive faltas mesmo”, declarou Wellington, para quem o desempenho parlamentar é auferido nos colegiados, e não em plenário.
No caso das faltas sem justificativa, o levantamento mostra que, além dos peemedebistas alinhados ao Planalto, a oposição também está representada. O líder do PSDB no Senado, Arthur Virgílio (AM), é o terceiro mais faltoso dentro desse critério, com 16 faltas. No total, entre faltas justificadas e não justificadas, cai para 42º . Outro líder oposicionista, José Agripino (DEM-RN), registra 11 faltas. No total, fica em 47º.

A exemplo de Sarney, Agripino também manteve a tendência do primeiro semestre. Mas não vê problemas em seus registros de ausência. Muito pelo contrário: considera tal controle “uma piada”. “Isso é uma piada, uma piada completa. Eu só posso interpretar dessa forma”, disse Agripino ao Congresso em Foco, alegando ser, devido ao seu papel de líder oposicionista, um dos mais presentes entre os 81 senadores. “A minha presença é de tal forma constante que eu não guardo preocupação em registrar presença.”

Agripino disse já ter sido “advertido” por servidores da Mesa Diretora quanto à necessidade de registrar suas presenças, mesmo tendo participado da sessão deliberativa em questão. “A consequência de minha presença constante é me sentir absolutamente despreocupado quanto a isso.  Não tenho nenhuma preocupação em registrar as eventuais e pouquíssimas faltas”, enfatiza o senador potiguar, para quem a preocupação deve ser outra.

“Dos senadores, deve-se cobrar participação, eficiência, produção”, repetiu Agripino. Ele avalia que o importante é a participação efetiva em votações importantes, às quais diz estar sempre presente. “Sinto-me em dia com as minhas obrigações. Essa é a colocação que faço com absoluta franqueza.”

“Asma braba”  
Mencionando o colega Arthur Virgílio, a quem considera um dos mais assíduos, Agripino acrescentou ainda que a Casa perderia o dinamismo sem determinados senadores. “Se tirar algumas figuras, não existe plenário.”    
 
Apesar de registrar o mesmo número de faltas de Agripino, o senador Gilvam Borges (PMDB-AP) aparece na quarta colocação por ter comparecido a menos sessões do que o colega de Senado. Em seu primeiro mandato, Gilvam passou boa parte do ano substituído pelo irmão e suplente, Geovani Borges (PMDB-AP). (confira a tabela completa)

“Uma vez eu já comentei que isso [o enfoque sobre as ausências] é absolutamente ridículo, vocês rebaixam o site com esse tipo de trabalho”, reclamou o tucano Arthur Virgílio, informando que uma “asma braba” o tirou de combate em duas ocasiões, devidamente registradas em atestados que, segundo o próprio senador, não chegaram a ser protocolados na Mesa Diretora.

Por fim, Virgílio reclamou da “incoerência” de ter alcançado boa colocação, em mais de um ano, no Prêmio Congresso em Foco – em que jornalistas e internautas escolhem, em livre processo de votação, seus parlamentares preferidos –, e, no entanto, figurar agora no levantamento como um dos mais faltosos de 2009. “É absolutamente incoerente vocês me elegerem um dos senadores mais atuantes e agora me apontarem como um dos mais faltosos”, criticou o tucano.

“O que eu faço? Eu devolvo o prêmio? Ele está aqui em casa, eu posso devolver”.
(Nota da edição ao senador Arthur Virgílio: o Prêmio Congresso em Foco é um reconhecimento das qualidades percebidas na atuação parlamentar, mas não é um salvo conduto a partir do qual o parlamentar se torna inatacável. Arthur Virgílio não foi um dos mais faltosos, foi um dos que mais faltaram sem justificativa. E o que o site faz agora é registrar um dado numérico, num levantamento que faz periodicamente e que ajudou a tornar o Congresso em Foco conhecido. O site não discute qualidades e excelências dos parlamentares, nem quando promove o prêmio. As escolhas para o prêmio não são do site, mas dos jornalistas que cobrem o Congresso, num primeiro momento, e dos internautas em votação pela internet, no segundo momento)Leia ainda:

Senado abona oito de cada dez faltas dos senadores

quinta-feira, 4 de março de 2010

China poderá convocar toda sua população ativa para guerra


Da Redação, com agências

mundo@eband.com.br

Militares chineses na chegada do presidente da Zâmbia, Rupiah Banda, a Pequim
Militares chineses na chegada do presidente da Zâmbia, Rupiah Banda, a Pequim
A China aprovou uma nova lei que permitirá mobilizar toda sua população ativa, mais de 800 milhões de pessoas, para defesa, apoio em combate, resgate e segurança em caso de ameaça militar, segundo informou nesta sexta-feira a agência oficial de notícias Xinhua.
Segundo informações da agência Efe, a lei, que está sendo discutida desde 2000, foi sancionada pelo Comitê Permanente da Assembleia Nacional Popular (ANP), em sua terceira leitura.
A minuta da lei inclui praticamente todos os homens entre 18 e 60 anos e todas as mulheres entre 18 e 55 anos. Há algumas exceções, como funcionáriosde escolas, creches, orfanatos e organizações de bem-estar social, assim como funcionários das Nações Unidas.
A mobilização seria convocada pelo Conselho de Estado (Executivo) ou pela Comissão Militar Central (cúpula do Exército) “quando a soberania do país, sua união, integridade territorial ou segurança nacional estiverem diretamente ameaçadas”.
O Exército de Libertação Popular (ELP) da China é o que tem maior número de soldados em todo o mundo, com mais de 2 milhões de pessoas.

domingo, 28 de fevereiro de 2010

O MUNDO ESTA CAINDO EM NOSSA CABEÇA!!










28/02/10 - 18h40 - Atualizado em 28/02/10 - 18h40

Chile decreta toque de recolher nas regiões afetadas pelo sismo

Da EFE
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Santiago do Chile, 28 fev (EFE).- O Governo chileno decretou toque de recolher nas regiões do Maule e Bio-Bio, as mais afetadas pelo terremoto que no sábado causou pelo menos 708 mortos e deixou 2 milhões de desabrigados, informaram hoje fontes oficiais.

A proibição de circular pelas vias públicas se estenderá entre as 21h e às 6h, disse à imprensa local o general Bosco Pesce, designado como chefe da região no estado de catástrofe decretado de Maule, cidade que fica a 300 quilômetros ao sul de Santiago.

Em Bio-Bio, a 500 quilômetros da capital, o cargo será exercido pelo oficial de mesmo grau Guillermo Ramírez.

A declaração do estado de catástrofe em ambas as regiões foi anunciada pela presidente Michelle Bachelet ao divulgar o plano do Governo para normalizar o país após o terremoto de 8,8 graus na escala Richter que devastou parte do território na madrugada de sábado.

Pela Constituição chilena, a medida permite ao presidente restringir a circulação de pessoas, o transporte de mercadorias e a liberdade de trabalho, de informação, de opinião e de reunião.

Além disso, poderá requisitar bens e estabelecer limitações ao exercício do direito da propriedade, além ditar medidas administrativas extraordinárias que julgue necessária.

As áreas afetadas ficarão sob dependência imediata do chefe da defesa nacional designado pelo Governo, que assumirá o comando com as atribuições e deveres previstos na lei.

Na cidade de Concepción, capital de Bio-Bio, ocorreu hoje enfrentamentos entre a Polícia e centenas de habitantes que saquearam um supermercado, desesperados pela falta de água e mantimentos, já que os comércios continuavam fechados.

A prefeita de Concepción, Jacqueline van Rysselberghe, havia pedido horas antes a presença de tropas para restabelecer a ordem, após denunciar situação "de caos".

Bachelet anunciou a entrega gratuita de produtos de primeira necessidade nas regiões de Maule, Bio-Bio e Araucania, depois de um acordo com a associação de supermercados.

O plano, que contém outras medidas, estará a cargo dos ministros do Interior, Edmundo Pérez Yoma, e de Defesa, Francisco Vidal, coordenados com o de Fazenda, Andrés Velasco. EFE

Após saques, governo chileno anuncia distribuição de alimentos

Bachelet fecha acordo com supermercados para regiões afetadas por tremor; número de mortos passa de 700
estadao.com.br
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Área inundada em Pelluhue, ao sul de Santiago
Roberto Candia/AP
Área inundada em Pelluhue, ao sul de Santiago
SANTIAGO - Após ondas de saques, a presidente do Chile, Michelle Bachelet, anunciou neste domingo, 28, acordo com as principais redes de supermercados do país para a entrega gratuita de produtos de primeira necessidade nas regiões de Maule, Bio-Bio e alguns setores da Araucânia. Também neste domingo, o governo decretou toque de recolher na cidade de Concepción, em Bio-Bio, e Maule, focos de saques, segundo a televisão estatal. A chefe de Estado informou que o número de mortos pelo terremoto que no último sábado assolou 80% do território chileno chegou a 708.

A maior parte das vítimas está concentrada na região de Maule, com 541, seguido pela localidade de Bio-Bio, com 64. Os 103 restantes morreram em outras seis regiões do país, onde estão também 2 milhões de desabrigados. Bachelet declarou "estado de catástrofe" em Maule e Bio-Bio. A Força Aérea irá levar suprimentos para as áreas e os militares vão assumir a liderança da distribuição.

Veja também:

Em Maule e Concepción, a proibição de circular pela via pública se estenderá entre as 21h e às 6h, disse à imprensa local o general Bosco Pesce. A presidente destacou que o tremor de 8,8 graus na escala Richter é "o quinto maior na história do mundo", e pediu esforços nas tarefas de reconstrução após a "emergência sem igual." Ainda de acordo com Bachelet, o tráfego aéreo começou a ser normalizado neste domingo.

Governo estima em 50 os mortos pelo temporal na França


Da EFE
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Paris, 28 fev (EFE).- O Governo francês estima que o temporal Xynthia, que atingiu o país no fim de semana, sobretudo o oeste, causou a morte de quase 50 pessoas.

Em menos de 24 horas a tempestade varreu vários departamentos que estavam em alerta máximo. Para o primeiro-ministro, François Fillon, esta foi uma "catástrofe nacional".

Nesta tarde, o ministro do Interior, Brice Hortefeux, declarou que o número de mortes pode ficar entre 45 e 50.

A combinação de chuvas e fortes ventos, de cerca de 150 km/h, procedentes do norte da Península Ibérica, chegou ao oeste da França entre o sábado e o domingo.

O local mais atingido foi o litoral atlântico do país, especialmente o departamento de Vendée, onde 30 pessoas morreram afogadas.

Inúmeras regiões próximas ao litoral foram inundadas pelo efeito combinado de chuvas e ventos.

Só na localidade de l'Aiguillon-sur-mer, a Prefeitura informou 17 mortos, embora ainda várias pessoas ainda estejam desaparecidas.

O palácio do Eliseu emitiu um comunicado dizendo que o presidente Nicolas Sarkozy viajará na segunda-feira às áreas atingidas.

As autoridades informaram que cerca de 500 mil casas estão sem eletricidade e que o restabelecimento poderá demorar dias.

O temporal provocou danos aos transportes, como a suspensão de cerca de cem voos.

A circulação de trens também foi atingida, com atrasos e suspensões. EFE

«Um bilião e trezentos milhões» para recuperar a Madeira

Alberto João Jardim anuncia valor de prejuízo que o seu Governo já calculou

Por: Redacção /PP  |  28-02-2010  21: 00
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Alberto João Jardim subscreveu as palavras do primeiro-ministro, José Sócrates na sua entrevista à TVI. Realçando, também, a necessidade de um «acordo e cooperação» entre o Governo Regional da Madeira e o Governo da República.
Sem entrar em pormenores sobre como será resolvida a questão da Lei das Finanças Regionais, Jardim admitiu que o que o arquipélago precisa «do estado é mais do que a lei das finanças regionais». Até porque é preciso sair «do clima de pessimismo».
Reconstruir a Madeira custará, pelas suas contas, cerca de «um bilião e trezentos milhões».
Quanto às declarações do ministro das Finanças, Teixeira dos Santos, esta semana no Parlamento, o presidente do Governo Regional da madeira disse que essa «era uma questão do primeiro-ministro».
Durante a entrevista de Jardim ao «Jornal Nacional» da TVIeste domingo, Jardim deixou uma promessa: «Daqui a 2 anos a madeira vai estar um brinquinho».
No final da conversa com Júlio Magalhães, Alberto João Jardim, assumiu que vai dizer em quem vai votar nas eleições para a liderança do PSD, mas numa alusão directa a Passos Coelho, confessou que «não esquece facas nas costas».


Japão reduz alerta, mas teme segundo tsumani

AE-AP - Agencia Estado
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TÓQUIO - As autoridades japonesas reduziram seus alertas de tsunami depois que a costa do país foi atingida por uma série de ondas consideravelmente menores do que o esperado, sem provocar estragos nem mortes. Contudo, os especialistas do governo alertam que ainda existe a possibilidade de uma segunda série de ondas, mais forte, alcançar o país na noite deste domingo. Por isso, a ordem é para que em torno de 600 mil pessoas que vivem nas regiões mais vulneráveis mantenham-se longe de suas casas.



"Por favor, não se aproxime da costa até que o alerta de tsunami tenha sido cancelado, mesmo que as primeiras ondas tenham sido pequenas", solicitou Yasuo Sekita, chefe da seção de terremotos e tsunamis da Agência Meteorológica do Japão. "Ainda há chance de um grande tsunami chegar ao país. Se olharmos para as evidências históricas, isso ainda pode demorar algumas horas", explicou.



Inicialmente, esperava-se que ondas de até três metros atingissem a costa japonesa em decorrência do terremoto de 8,8 graus que atingiu o Chile. Contudo, até agora, as maiores ondas registradas no país não chegaram a 1,5 metro.



Contudo, os japoneses se lembram do tsunami de maio de 1960, também provocado por um terremoto no Chile. Naquela ocasião, as primeiras ondas a chegar ao país foram pequenas, mas depois surgiu uma onda gigante que atingiu as costas de Hokkaido e Sanriku, matando pelo menos 140 pessoas. As informações são da Associated Press.
Tags:  terremotoChiletsunamiJapão